terça-feira, 29 de outubro de 2019

Murros que a vida dá #2

Vocês já pararam pra pensar o quão engraçado é quando alguém te chama de "escroto" por você tratar essa pessoa da mesma maneira que ela te trata?

Esses dias, ouvi(dessa mesma pessoa que falei no post abaixo) que eu era um "escroto", um "desnaturado" e que por isso eu iria sofrer muito com a perda...

Pois é, eu posso até sofrer muito com a perda, mas nenhum sofrimento, assim como nenhuma alegria, é para sempre. Posso e vou me arrepender(como já me arrependo muito), porém, isso não dá o direito de ninguém me chamar de "escroto" por conta da forma como trato as pessoas, sendo que só dou o que recebo.
Resultado de imagem para mental illness art
No trabalho, ainda mantenho contato com as pessoas. Na faculdade, uns gatos pingados. Em casa, é... O problema tá aí, mas vida que segue, não é mesmo?!

Às vezes acho que tô sozinho no mundo, meu pai saiu fora logo. Minha mãe é afastada de toda a família dela, e eu? AH eu tô no meio desse fogo cruzado, sem rumo, sem ninguém pra desabafar, somente servindo de cabide emocional pros outros.

As pessoas até me escutam, mas logo mudam de assunto pra não ouvir lamentos, e elas estão certas. Cheias de problemas, cheias de causos e causos... Quem sou eu pra deixá-las desconfortável com uma situação que convivo diariamente?

A situação que segue é: Tratem as pessoas da mesma maneira que gostariam de ser tratados. Não sejam estúpidos com quem não tem nada a ver com a sua cruz. Você a talhou, agora carregue-a sozinho(a). Ninguém tem culpa das suas frustrações, ninguém tem culpa de você ser você. Aprenda a conviver com os outros, principalmente se os "outros" cuidam de você. E o mais importante, não deixa que te chamem de fraco.

Fiquem com essa música e até breve...

Nenhum comentário:

Postar um comentário